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Colapso dos mercados é efeito correcional

A “segunda-feira negra” marcou a queda generalizada das bolsas mundiais. Nos EUA, o índice Dow Jones pela primeira vez na história caiu mais de 1.000 pontos a 15.470 pontos. Anteriormente, a queda máxima foi de 800 pontos. Todavia, durante o dia, o índice se corrigiu e fechou acima de 15.871, marcando 3,6% de queda total. Outros índices norte-americanos também apresentaram desempenho negativo. O NASDAQ Composite caiu 3,8% e o S&P 500 - 3,9%.

A queda geral do mercado dos EUA seguiu, assim como os outros mercados mundiais, o colapso na Ásia, mormente do mercado chinês. Na segunda-feira, o Shanghai Composite Index caiu 8,5%, a maior queda diária nos últimos 8 anos. O índice não parou de cair e terça-feira. No fim da sessão asiática, já tinha perdido outros 7,6%.

O interessante neste processo é hoje, os traders asiáticos ficaram amedrontados com a queda do mercado norte-americano que, por sua vez, caiu devido ao colapso asiático. Ou seja, temos um efeito dominó no mercado, o que poderá causar uma crise financeira mundial.

Todavia, ao invés de uma crise generalizada, temos que a conjuntura mercadológica atual refere-se mais a uma correção d que um colapso completo. Logicamente, excluímos a China, onde aparentemente os “bears” sairão vitoriosos. Os Estados Unidos será capaz de quebrar o ciclo vicioso, uma vez que no fim da sessão de ontem o S&P 500 já mostrava sinal de recuperação.

Portanto, relaxem! Pelo menos, por enquanto...

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