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Yuan será a terceira moeda mais importante do mundo

Os mercados acionários asiáticos desta terça-feira (26.05) foram abertos com dinâmica mista, uma vez que as bolsas norteamericanas deram início à retração dos picos máximos atingidos nos últimos dias. O índice japonês Nikkei 225 caiu 1,4% e o australiano ASX 0,1%. Na China, o mais importante índice do país, o Shanghai Composite, subiu 0,6% assim como o Hang Seng cuja alta bateu 1,2%. Já os futuros de índices S&P 500 vêm sendo negociados em alta de 0,1% frente ao nível alcançado no dia anterior.

O Insituto de Pesquisa de Moedas Internacionais da Universidade Popular da China publicou um relatório denominado “A Internacionalização do Yuan - 2016”, o qual demonstra que diante da estabilização da economia chinesa, a internacionalização do yuan como moeda de troca entre países vem aumentando. Os fatores que incluem a retomada da expansão econômica, a melhoria do sistema financeiro, uma utilização mais ampla da moeda em trocas comerciais permitiram que a internacionalização da moeda aumentasse em 10 vezes no período de 5 anos. Em comparação com 2014, os indicadores do processo de abertura da economia, os quais refletem também o status internacional da moeda, subiram 43% em 2015. Espera-se que o yuan em dois anos ultrapasse o iene japonês e a libra esterlina, se tornando ao lado do dólar e euro a terceira mais importante moeda do mundo

Apesar do fato de que as principais moedas asiáticas (iene e yuan) terem causado uma ligeira resistência ao dólar na semana passada,  a moeda americana caiu frente o yuan e vem sendo negociado a 6,6754 (-0,0045 ou -0,07%).

No que toca ao mercado de commodities, os preços de petróleo cairam com os dados do crescimento das reservas e do abrandamento do crescimento econômico global. O barril de Brent caiu 45,9 USD para 44,6 USD. Nesta terça-feira, seguiu uma ligeira recuperação para 44,9, todavia cremos que irá retornar ao nível do início de maio, o qual possui o significativo apoio em 43,3 USD. Hoje, ao longo da sessão norte-americana, aguardamos ajustes do relatório sobre as reservas de petróleo norte-americanas, preparado pelo API Petroleum Institute.

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