Economia da China mostra reação. Mercados asiáticos acompanham

Os mercados acionários asiáticos desta quinta-feira (21.07) foram abertos em alta sensível, refletindo uma certa reconquista da confiança após os positivos dados macroeconômicos nos Estados Unidos. O índice japonês Nikkei 225 subiu 0,5% e o australiano ASX 0,3%. Na China, o mais importante índice do país, o Shanghai Composite, também 0,8% assim como o Hang Seng cuja alta bateu 0,7%. Já os futuros de índices S&P 500 vêm sendo negociados em alta de 0,1% frente ao nível alcançado no dia anterior.

O volume do comércio no setor de serviços na China neste primeiro semestre de 2016 ascendeu a 2,08 trilhões de yuans, um aumento de 22,7% em comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo o porta-voz do Ministério do Comércio da China, Shen Danyang, a exportação de serviços no período entre  janeiro e maio de 2016 ​​cresceu 8,6%, para 731,8 bilhões de yuans. Já a importação 31,9%, para 1 trilhãode yuans. Desde março, observa-se um aumento de mais de 20% em setores de informática (20,4%), técnico (23,9%) e serviços de informações financeiras. Shen Danyang descreveu esta dinâmica como um sinal de melhoria da estrutura para exportação no país. Da mesma forma, o principal fator para o crescimento das importações foi o turismo externo, que mostrou um aumento de 53,4% nos primeiros cinco meses do ano. Tendo em conta os dados de junho, o aumento será 2,5 trilhões de yuans, ou seja, mais de 20%.

Ontem, o euro fechou o mercado em baixa, não obstante aos “eurobulls” terem reconquistados as perdas sofridas após a divulgação de dados do mercado de trabalho no Reino Unido. Todavia, a alta volatilidade intradiária continuou até o encerramento das sessões nos Estados Unidos. Observou-se, então, a formação de um modelo “Pinbar”. Embora a sombra inferior da vela ter sido pequena, temos um sinal de alta. Se Draghi, hoje, não derrubar o euro, então a moeda única voltará a subir.

O dólar dos EUA caiu contra o yuan e vem sendo negociado a 6,6720 (-0,0058, ou -0,09%).

No que toca ao mercado de commodities, as cotações de petróleo ontem apresentaram alta volatilidade. Ao longo da sessão europeia, o preço do barril de Brent caiu para 45,9 USD, o nível mais baixo desde o início de maio. Na sessão americana, no entanto, os preços receberam apoio das estatísticas dos EUA. Segundo o relatório da Agência de Informação Energética, as reservas de petróleo diminuíram na semana passada  2,342 milhões, um total de 2,1 milhões  a mais do que o esperado. Como resultado, os preços se recuperaram rapidamente para 47,5, fechando o dia a 47,1 USD. Na manhã de quinta-feira, os preços do petróleo subiram moderadamente para 47,4 USD.

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